Emperrou. Você põe óleo ou troca a engrenagem?

Esta é uma questão que todo empresário, mais dia ou menos dia, vai se deparar: emperrou, o que faço agora?

Principalmente em épocas de crises agudas e generalizadas, a pressão por mudanças e novos caminhos é uma necessidade. E essa necessidade faz com com o empresário busque soluções, reúna a sua equipe e peça novas atitudes diante de novos projetos e soluções.
Nessa hora a questão tempo é fundamental porque não dá para ficar esperando, esperando e esperando…
A crise não espera, ela vem corroendo estruturas todos os dias, pedacinho por pedacinho.

Aí entra a questão fundamental, o que faço agora?
Aquele projeto que foi vislumbrado como uma saída diante das mudanças que estão rapidamente ocorrendo no mercado, seja por hábitos e ferramentas novas ou seja pela crise, emperrou definitivamente.
Depois da primeira reunião onde foi apresentado o insight e determinado o que seria de responsabilidade de cada um, muitas outras reuniões aconteceram e nada andou na velocidade necessária.
O empresário, abastecido de experiências anteriores com outros projetos em outras épocas, já vislumbra no que vai dar: emperrou de vez e não vai acontecer.

Onde pode estar o erro? O que poderia ser feito?
A resposta depende de cada caso, mas é bem provável que seja hora de rever conceitos.
Em engrenagens antigas (a equipe) não adianta colocar óleo. Assim como o empresário conhece muito bem cada um da equipe, ela também conhece muito bem o empresário.
O óleo não faz mais efeito, a engrenagem está acomodada com os seus dentes quebrados.
Ela ainda gira, mas não com a mesma eficiência.

Se emperrou de novo, o empresário precisa considerar seriamente a alternativa de trocar a engrenagem.
Vir com peças novas que farão tudo funcionar com mais eficiência.
Se o projeto não anda, tire-o da empresa e faça-o andar por fora.

Emperrou? Sacuda a poeira, balance as cadeiras e faça todo mundo se mexer.
No mundo empresarial o melhor combustível é estabelecer concorrência e quebrar paradigmas.

 

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